segunda-feira, 26 de março de 2012

Campanha contra o "CYBERBULLYING"




Gente, hoje eu vim aqui falar sobre um assunto importante, o cyberbullying.                     

Muita gente já sofreu e sofre por esse motivo, e muitas das vezes se fecha por causa disso, não sabem que isso é um crime e que a pessoa que fez pode ser punido por isso.

Além disso, tem vários meios de você se previnir e não ser uma vitima. Hoje, já existem até softwares que previnem isso. Se pesquisar na Internet, encontrará alguns programas que poderá instalar no seu computador para ajudar a prevenir este tipo de situação e/ou ajudar a identificar a origem do ataque. E não esqueça, nunca apague a ameaça do lugar de onde ela foi colocada, se você tiver a intenção de denunciar, só a impressão não vale como prova.

Os meios de ataques podem ser dos mais variados possíveis, tanto de um simples boato sobre você até ameaças e perseguições.

Por isso é importante sempre ter cuidado sobre o que você coloca na internet, até mesmo alguma coisa que você mostra para um amigo, você nunca sabe o que essa pessoa pode fazer com você, quantas historias não existem por ai de meninas q mostraram suas partes intimas pro namorado na webcam e ele publicou as imagens na internet, além dos outros verem coisas que não deveriam ver, você ainda fica com uma fama não muito boa.
Então é isso gente, tomem cuidado, pois a vida de nenhum de nós é uma coisa que deva ser assunto de tablóides indesejados
 postagem sugerida pela professora:Claúdia Coutinho

quarta-feira, 14 de março de 2012

CYBERBULLYING!

O "cyberbullying" pode ser tão simples como continuar a enviar e-mail para alguém que já disse que não querem mais contato com o remetente, ou então pode incluir também ameaças, comentários sexuais, rótulos pejorativos, discurso de ódio, tornar as vítimas alvo de ridicularização em fóruns ou postar declarações falsas com o objetivo de humilhar.
Os cyberbullies podem divulgar os dados pessoais das vítimas (como nome, endereço ou o local de trabalho ou de estudo, por exemplo) em sites ou fóruns, ou publicar material em seu nome que o difame ou ridicularize-o. Alguns cyberbullies também podem enviar e-mails e mensagens instantâneas ameaçando e assediando as vítimas, postar rumores e boatos e instigar os outros para cima da vítima.
No Ensino Médio, as meninas são mais propensas a se envolver em cyberbullying do que os meninos. [5]. Mas independente do gênero do bully, seu objetivo é intencionalmente envergonhar, perseguir ou fazer ameaças on-line para os outros. Esse assédio moral pode ocorrer por meio de e-mail, mensagens de texto e mensagens para blogs e sites (como os de relacionamento).
O cyberbullying, via Web, pode ser considerado tão prejudicial quanto o bullying "tradicional", podendo, inclusive, levar, em casos extremos, ao suicídio.[6]
Embora o uso de comentários sexuais estejam, às vezes, presentes no cyberbullying, esse não é o mesmo que assédio sexual.
A massificação da Internet, especialmente pelo uso entre as novas gerações, contribui para o aumento do cyberbullying, pois, no mundo virtual, os bullies não precisam dar as caras.[6] A prática de cyberbullying, porém, não se limita apenas às crianças, podendo ocorrer também entre adultos.
No verão de 2008, os pesquisadores Sameer Hinduja, da Universidade Atlântica da Flórida e Justin Patchin, publicaram um livro que resume o estado atual da investigação sobre cyberbullying: Bullying Beyond the Schoolyard: Preventing and Responding to Cyberbullying. [7]
No Brasil, uma reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, de abril de 2010, aponta que, desde novembro de 2010, pais de crianças vítimas de cyberbullying têm registrado as agressões virtuais em atas notariais, ou seja, procurado documentar o indício para que ele possa ser anexado às ações judiciais.[8]